23 de fevereiro de 2007

House

House é minha nova mania. Minha e da Nina (minha namorada). Aliás, ela me apresentou ao dr. Gregory House.

A questão é que House é a minha mais nova série preferida (substituindo Lost) e pra quem duvida é só ver o episódio em duas partes "Euforia". Se a parte 1 é dinâmica e tensa, com diversos momentos de apreensão e o pé no acelerador, a parte dois é em segunda marcha, dramática, emocionante e igualmente tensa, porém desta vez pela impossibilidade de prosseguimento das ações. E a série é assim: um exemplo de como usar os diversos recursos dramáticos para fazer um bom programa de TV.

Porém, o principal é o médico do título, interpretado pelo fodão Hugh Laurie. Ele é um "cretino manipulador" como seus colegas o chamam, mas ele é um gênio e de vez em quando demonstra seus sentimentos. Sempre com muito sarcasmo e muita filha-da-putioce, suas frases são memoráveis - e são muitas por episódio. Por isso eu considero Hugh Laurie de "o novo Bogart".

Enfim, a série é foda. Assistam.


PS: Vem Heroes. Lost que se cuide.

14 de fevereiro de 2007

Unidade

"Inteiro é o que tem começo, meio e fim. Começo é aquilo que, em si, não se segue necessariamente a outra coisa, mas depois do quê existe outra coisa, à qual, necessariamente ele estará unido. Fim, ao contrário, é o que, por natureza, acontece depois de alguma coisa, quer de modo necessário, quer porque assim é na maior parte das vezes, mas, depois dele, não há nada. Meio é aquilo que se segue a outra coisa e após o quê outra coisa vem."
Óbvio, não?

8 de fevereiro de 2007

Novo Woody Allen?!

Ontem, no cinema, foi com certa supresa que vi o trailer de Scoop, novo filme de Woody Allen - mas que me parece, vai ter mais do mesmo desse cara que é uma grande cineasta - e reparei que uma das chamadas da propaganda era "Do mesmo diretor de Ponto Final". Ainda que seja uma grande filme, não é talvez "o filme de Woody Allen" como o é Manhattan ou Annie Hall ou Hannah e suas irmãs ou Zelig.
Moral da história: não sei se fico feliz por Woody Allen continuar a fazer bons filmes (mesmo que precise, atualmente, fazer três mais ou menos) ou triste por ver como a memória alheia é curta.

6 de fevereiro de 2007

Tira o vagabundo daqui

Não dá pra ignorar o que fez o "prefeito" de São Paulo Gilberto Kassab. A propósito do seu "excesso" ao tratar um manifestante que acabara de perder tudo pela recém aprovada "Lei autoritária do outdoor", podemos dizer que seu "mandato" começou de uma mentira e que portanto ele não passa de uma grande piada. Tira o vagabundo daqui, paulistanos!
Uma piada, uma piada...

30 de janeiro de 2007

Todos querem o paraíso


A dor, bossa triste que te afunda,
é o remédio do que anda desafinado,
sem perceber que com gingado
a vida é uma poesia em prosa,
um verso branco em rima
uma rima rica ao pobre.
Arruma, acorda, luta!
Todos querem o paraíso, meu bem,
mas ninguém quer morrer.
E você, o que quer?

28 de janeiro de 2007

Fala que eu te escuto

Nesta madrugada, uma professora ligou ao programa Fala que eu te escuto - da Record - e discutiu com o bispo Clodomir Santos sobre a demonização que o programa faz sobre o candomblé, no caso, abordando a suposta "macumba" feita para que o casamento de Suzana Vieira desse errado.
Em tempos que o fundamentalismo ganha cada vez mais força, a Universal e outras igrajas evangélicas mostram diversos conceitos retrógrados e preconceituosos que permeiam seus "dogmas". A criação de "demônios na terra" por parte de qualquer religião é inescrupulosa e irresponsável, já que o poder oratório de seus pastores é muito grande e exerce uma influência quase que cegadora em seus fiéis. Ao fazer isso, a Universal se junta a todo tipo de ortodoxia, seja ela católica, islâmica, judia, protestante ou pefelista. Assim como a igreja católica, as evangélicas (principalmente as brasileiras) precisam mudar o viés e talvez só farão isso quando perceberem que o problema está em suas lideranças, tão pouco bem vistas pela sociedade como a bispa Sônia, o Edir Macedo e R. R. Soares. Quem sabe se estas igrejas mostrarem pensamentos mais arejados e pessoas menos salafrárias em seus comandos, a sociedade tenha uma visão também menos preconceituosa dessas religiões que, sim, fazem muito bem para diversas pessoas, mesmo a troco da cegueira dogmática.
Hoje, o poder da palavra é cada vez maior e tem que ser usado com muito cuidado neste mundo sem manual de instruções. Por que as religiões não se atém ao seu lado mais caridoso ao invés do embate filosófico?

26 de janeiro de 2007

Homenagem ao Tom

Por causa do confete que se joga na rixa de fãs de Chico e Caetano, todos se esquecem que o melhor compositor de música popular brasileira de todos os tempos é Tom Jobim. Antônio Carlos Brasileiro Jobim teria feito 80 anos ontem. Parabéns ao homem que fez Sinatra gravar um disco inteiro com músicas do mesmo compositor pela primeira vez em sua carreira.

24 de janeiro de 2007

I'm a Cyborg, but That's OK

O que esperar da nova obra de Chan-Wook Park, diretor de Oldboy? Enquanto a resposta não chega ao Brasil, confira o site oficial de seu novo filme I'm a Cyborg but That's OK, singelo por si só.

22 de janeiro de 2007

Clipes

Já que é escasso o número de clipes na MTV (quem diria!), acho que ver dois clipes interessantes no mesmo dia merece um post.
O primeiro é "Here it goes again" do Ok Go. O clipe é legal pela simplicidade: quatro caras nerds fazendo uma coreografia tosquinha usando esteiras de ginástica em um plano fixo. Tão simples e interessante que poderia ter saído da cabeça de um Spike JOnze, mas não foi (o que o faz merecer uma vista).



O segundo é "Sitting, Waiting, Wishing" do Jack Johnson, cuja idéia também é simples (o clipe é de trás para frente) ainda que não seja tão original. Só que a diferença desses para os outros é que o mundo está ao contrário, mas o sync labial está normal.



Esqueça a qualidade musical e pense no videoclipe. De vez em quando faz bem.

19 de janeiro de 2007

Feliz Ano Pan! (Será?)

Ontem, Hugo descobriu que passou na 2ª chamada do Mackenzie em Economia. vai começar a cursar este ano e provavelmente vai querer trabalhar na área em breve. Parabéns Hugo!

Hugo é atualmente o número 4 do ranking brasileiro de Badminton, esporte olímpico pouco divulgado no Brasil e que se joga com raquetes e peteca. Como o esporte não tem apoio da mídia/patrocinadores/COB/governo/público pode ser que um dos talentos do esporte, com chances de ir ao Pan este ano, largue o Badminton daqui a alguns anos.
Não. Ele não vai largar o Badminton porque ele ama o esporte e, aliás, só por isso ele sempre praticou o esporte.

E o Brasil pode perder mais um de seus talentos por esquecer de cuidar de mais um de seus filhos pródigos. Parabéns Brasil!
E feliz ano Pan!

(Parabéns Hugo Arthuso por ter passado no vestibular e por tudo que você tem realizado no badminton, mesmo sem ninguém saber tanto de um quanto do outro. A culpa não é sua).